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Equipe do ELAS 2021/2022

Em setembro de 2021 começou a 3ª edição do Ciência que Elas Fazem e viemos apresentar as mulheres que compõem nosso time a partir de então. Para isso, perguntamos às colaboradoras um pouco do que as motivou a participar do projeto e quais são as expectativas para esse ciclo. Continue lendo para conhecer cada uma das integrantes:



Thais Jordão: 'Idealizadora' do projeto

Bacharel em matemática, com dois pós-docs. Gosto de cães, tenho 17 ao total, alguns adotados, alguns resgatados da rua e alguns doados, gosto muito do trabalho do adestramento. Gosto também de acordar cedinho para fazer Crossfit. Acredito que a matemática pode ser divertida :)


O que te motivou a criar o projeto e quais suas expectativas para ele?

A motivação para criação do projeto veio de uma demanda por parte de estudantes do ICMC, que gostariam de divulgar pesquisadoras da área de matemática. A princípio, o primeiro ano se deu de forma voluntária, o projeto se concretizou na ideia de trabalhar a igualdade e o equilíbrio de gênero dentro das ciências exatas. Isso foi feito através da divulgação de pesquisadoras, conteúdos a respeito dos temas desse meio para gerar maior familiaridade e identificação, além de motivar mulheres a permanecerem nas ciências exatas por meio de redes de apoio ou de compartilhamento de experiências. Com isso, trabalhamos pra que a gente tenha uma área mais equilibrada em relação a gênero, levando em conta que agora é um ambiente predominantemente masculino e que mulheres podem gostar de matemática e serem tão boas quanto homens.

Contando com a confiança da pró reitoria em permitir que a gente tenha um time tão completo como o que temos esse ano, isso mostra que o projeto já teve algum impacto de forma tal a unir um grupo de discentes motivadas por esse propósito, espero expandir cada vez mais esse horizonte, aumentar o grupo, aumentar a divulgação e conhecer mais a matemática feita por cientistas, tanto brasileiras quanto estrangeiras.



Geovanna Silva Santos

Eu sou a Geovanna, às vezes Faísca, tenho 19 anos, pra mim toda hora é hora de sair, gosto de fazer amizade, amo gato, adoro comer doce com salgado (tudo junto), gosto muito de filmes, principalmente clichê adolescente, amo escutar música de todo tipo.


O que te motivou a participar do projeto e quais suas expectativas para o próximo ano?

Eu entrei no Elas porque sempre tive interesse nas causas e problemas abordados pelo projeto, e ter a chance de fazer parte disso é incrível. Meus sonhos e ambições para o projeto são que ele cresça cada vez mais, tanto para o meio acadêmico quanto para o não acadêmico, principalmente para as meninas que vão/querem ingressar na faculdade. Sonho com o projeto de maneira profunda, que ele, com os anos, fique bem sólido, com uma série de coisas novas, conteúdos novos, porque para mim ele foi fonte de muito conhecimento.




Luisa Gentile

Olá, eu sou a Luisa, a.k.a. Canadá. Faço Licenciatura em Matemática desde 2018 e não recuso um convite pra tomar açaí ou uma breja gelada. Amo gatos, samba, fins de tarde, livros de mistério, filmes e séries que passem no Teste de Bechdel e toda e qualquer tirinha da Mafalda. Não tente estabelecer diálogos comigo antes da primeira xícara de café, não sou eu mesma. Também sou apaixonada por igualdade de direitos e respeito às minas =)


O que te motivou a participar do projeto e quais suas expectativas para o próximo ano?

Gostei demais do projeto desde a primeira vez que li o edital, acredito que a problemática de gênero dentro da academia e, principalmente nas ciências exatas, ainda precisa ser muito trabalhada e discutida se quisermos realmente alcançar um ambiente científico igualitário, contribuindo também para um mundo melhor e mais justo. Minhas expectativas para a próxima edição do ELAS é que consigamos aprofundar o contato com as mulheres do nosso contexto (discentes e docentes), continuar problematizando as desigualdades existentes nesse meio e sensibilizar cada vez mais pessoas sobre o tema. Além disso, com as novas ideias e novas colaboradoras que temos para esse ano, espero que haja um engajamento maior do público acadêmico e não acadêmico, além de continuamente encorajar garotas a adentrarem o mundo STEM e, dentro dele, seguirem lutando pelos seus direitos.




Laura Vergilio Bonassa

Oi! Meu nome é Laura, tenho 20 anos, moro no interior de São Paulo e sou aluna do bacharelado em Matemática. Sou apaixonada por pets, por música sertaneja, pelo Santos Futebol Clube, por filmes/livros de romance clichê e, se pudesse, só vestiria pijama. Sonho em ter uma lontra de estimação. Cada dia em um mood de uma das Meninas Superpoderosas. Tomaria sorvete todos os dias até o fim da minha vida sem enjoar. Fã de boyband em hiato há 6 anos.


O que te motivou a participar do projeto e quais suas expectativas para o próximo ano?

Tinha interesse em entrar no projeto desde 2020, quando vi as inscrições para o PUB abertas e li o edital, mas como era meu ano de bixete, primeiro ano de pandemia e ensino remoto, eu me senti muito insegura em participar. O que mais me motivou a fazer a inscrição para o projeto foi a ideia de poder fazer algo para integrar mais as mulheres das ciências exatas e poder pesquisar/divulgar sobre cientistas mulheres, coisa que quase não se vê acontecer no ambiente universitário.

Minhas expectativas para essa nova temporada do Elas são as melhores! Espero que consigamos atingir cada vez mais pessoas com nossos posts, que possamos desenvolver atividades para aproximar cada vez mais mulheres e criar um ambiente de acolhimento, de alguma forma. Estou muito animada para trabalhar com as meninas e torcendo para que dê tudo certo.




Fernanda Janaína Gutjahr do Prado

Eu me chamo Fernanda, tenho 21 anos, sou gaúcha, adoro comédias românticas clichês, tenho dois porquinhos da índia, amo Bring Me The Horizon, Pabllo Vittar, livros de suspense e batata frita.


O que te motivou a participar do projeto e quais suas expectativas para o próximo ano?

Assim que entrei na faculdade, já comecei a pesquisar a respeito de projetos e grupos de mulheres dentro da instituição, e, assim, descobri o Elas. Logo de cara me encantei, justamente por abordar essa pauta tão importante no meio acadêmico de forma leve e descontraída, mas com tanta força. Poder dar mais visibilidade para algo que eu acredito foi o que me motivou a participar do projeto.

Minhas expectativas para o próximo ano são alcançar ainda mais pessoas com o projeto, para que possamos realmente nos envolver com a comunidade acadêmica e, fazer do Elas um espaço de troca, apoio e acolhimento para ainda mais mulheres dentro da USP.


Maravilhosas, né? Continue acompanhando nossos posts para conferir o trabalho desenvolvido por nossa equipe e para ficar cada vez mais imerso no mundo das mulheres nas ciências exatas.

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